Saúde · Registro clínico e cofinanciamento

Atenção Primária

Registro eletrônico de saúde da rede básica, centrado no paciente e ligado aos sistemas que o município já usa. Além do cuidado, a solução acompanha os componentes do cofinanciamento federal e mostra onde o município está perdendo nota antes do repasse ser calculado.

Gestores municipais e estaduais de saúdeDiretores de unidade e apoiadoresEquipes eSF, eAP, eSB e eMultiAgentes comunitários de saúde
Modelo
SaaS por assinatura ou licenciamento, em faixas por porte populacional do município ou do estado
Implantação
Nuvem com datacenter no Brasil, com ambiente de teste antes da produção
Responsabilidade de dados
O ente público é controlador e o Alicerce opera os dados, no formato previsto para políticas públicas de saúde
O contexto

A nota do cofinanciamento cai por um cadastro que ninguém revisou

O cálculo do repasse da atenção primária depende de cadastro consistente, vínculo dentro do teto e acompanhamento registrado. Cada uma dessas peças mora num sistema diferente, e a secretaria costuma descobrir o problema quando o valor já chegou menor.

  • 01

    Cadastro individual sem o domiciliar correspondente perde o peso dobrado no componente de Vínculo.

  • 02

    A equipe passa do teto de pessoas vinculadas e o excedente não conta para nota nenhuma.

  • 03

    O agente comunitário sai para busca ativa com uma lista feita à mão, sem risco estratificado.

  • 04

    O painel de qualidade só fecha depois que o quadrimestre acabou.

O que a solução faz

O que muda na rotina de quem opera

01

Interoperabilidade que entra sem projeto de dois anos

A conexão com e-SUS APS, SCNES, RNDS, laboratório, imagem, prontuários privados e Gov.br é nativa, sobre HL7 FHIR v4 e OpenEHR, então cada novo sistema entra por configuração e não por desenvolvimento.

02

Cofinanciamento visível durante o quadrimestre

Painéis separados por componente Fixo (com equidade e IED), Vínculo, Acompanhamento Territorial e Qualidade mostram a nota parcial enquanto ainda dá tempo de corrigir cadastro e produção.

03

Correção cadastral que volta em repasse

A plataforma aponta as inconsistências entre cadastro individual e domiciliar, controla o teto de pessoas por equipe e evita que o município perca faixa de repasse por erro de preenchimento.

04

Microárea georreferenciada e risco estratificado

O território aparece dividido por microárea, com estratificação clínica e de vulnerabilidade, e o roteiro de busca ativa do agente comunitário sai da própria base.

05

Aplicativo do cidadão com a marca do município

O morador acessa receitas, exames, vacinas e histórico, autoriza quem pode ver o que e enxerga cada acesso registrado, dentro do que a LGPD exige em serviço público de saúde.

Medido em operação
40%menos exames repetidos sem necessidade
33%menos encaminhamentos redundantes

Redução observada em redes com a camada de interoperabilidade em operação. A plataforma sustenta a infraestrutura do projeto Saúde Conectada Recife.

Ficha técnica

Como contratar

Modelo
SaaS por assinatura ou licenciamento, em faixas por porte populacional do município ou do estado
Implantação
Nuvem com datacenter no Brasil, com ambiente de teste antes da produção
Responsabilidade de dados
O ente público é controlador e o Alicerce opera os dados, no formato previsto para políticas públicas de saúde
Integra com
e-SUS APSRNDSSCNESGov.brSistemas de laboratório (LIS)Sistemas de imagem (RIS)HL7 FHIR v4OpenEHR
Para quem
  • Gestores municipais e estaduais de saúde
  • Diretores de unidade e apoiadores
  • Equipes eSF, eAP, eSB e eMulti
  • Agentes comunitários de saúde
Próximo passo

Veja a solução funcionando com a realidade da sua rede.

A demonstração parte da realidade do município: quais sistemas já estão instalados, quem registra o quê e onde o dado trava hoje.