O atendimento é registrado uma vez e serve para todo o resto.
A Alicerce desenvolve as plataformas que municípios brasileiros usam para registrar o atendimento, integrar os sistemas já instalados e provar o que a rede fez, sem trocar tudo de uma vez.
- 6
- plataformas em operação
- 1,5 mi
- pessoas nas bases da assistência
- FHIR v4
- padrão de troca de dados
- Brasil
- onde os dados são processados
As plataformas trocam dados com o que a rede já usa
Cada sistema guarda um pedaço e ninguém enxerga a rede inteira.
O município compra software por secretaria, por programa e às vezes por unidade. O resultado é uma rede em que o dado existe, foi digitado por alguém e mesmo assim não chega a quem precisa dele para decidir.
- 01
O mesmo cidadão é cadastrado de novo em cada porta de entrada, e cada cadastro conta uma história diferente da família.
- 02
O relatório que vai para o governo federal é remontado à mão na última semana do mês, a partir de planilhas de cada unidade.
- 03
O exame é refeito porque o resultado anterior está em um sistema que o serviço atual não abre.
- 04
Produção executada e não registrada some do faturamento, e some também da base que define o repasse do ano seguinte.
- 05
Quando o conselho ou o tribunal pede a origem de um número, a resposta disponível é uma planilha sem rastro.
Em quase todos esses casos o limite está no caminho que o dado percorre entre o atendimento e a prestação de contas, e não no tamanho da equipe.
Seis plataformas, uma base de dados comum
Cada plataforma resolve um problema inteiro sozinha. Quando duas rodam no mesmo município, o cadastro, o histórico e o indicador passam a vir da mesma origem.
Embaixo das seis plataformas existe uma camada só.
Ela lê o que os sistemas da rede já produzem, traduz para um padrão comum e devolve o dado tratado a quem atende, a quem gerencia e ao próprio cidadão. Nenhum registro de origem é alterado no caminho.
Tradução
HL7 FHIR v4 e OpenEHR
Regras e modelos
Crítica de produção, leitura clínica, risco
Governança
Anonimização, perfis e trilha de acesso
Equipe assistencial
Histórico completo na hora do atendimento
Gestão
Indicador com origem rastreável
Cidadão
Acesso ao próprio registro e controle de quem vê
Prestação de contas
Relatório pronto para conselho e tribunal
O que já está rodando em município brasileiro.
Os números abaixo vêm da operação das plataformas, não de projeção. Cada um deles tem a origem descrita embaixo, porque indicador sem fonte não sustenta defesa em conselho nem em tribunal de contas.
A implantação começa por leitura, não por migração.
Nenhuma prefeitura precisa desligar o sistema atual para começar. O primeiro passo é entender o que já existe, e só então decidir o que vale integrar primeiro.
- 011 a 2 semanas
Leitura da rede
Mapeamos os sistemas em uso, quem alimenta cada base e onde o dado trava hoje. O resultado é um desenho da integração com prazo e responsáveis, antes de qualquer contrato de implantação.
- 02até 30 dias
Conexão e ambiente de teste
Os conectores sobem em ambiente separado, com dado real anonimizado, e a equipe do município valida o que aparece na tela antes de a operação depender disso.
- 03conforme a rede
Entrada em produção por unidade
A virada acontece unidade por unidade, com acompanhamento presencial ou remoto no primeiro ciclo de fechamento, seja o RMA da assistência ou a competência do faturamento.
- 04contínuo
Operação acompanhada
Suporte, atualização das regras conforme as portarias mudam e revisão periódica dos indicadores com a coordenação. Quando a norma muda, a plataforma muda antes do prazo de envio.
Notas sobre o funcionamento da máquina pública
A primeira conversa é técnica e sem compromisso.
Mostre a rede que você tem hoje, os sistemas em uso e o que trava no fechamento do mês. A gente devolve um desenho de integração com prazo e responsáveis antes de qualquer proposta comercial.